Meu mundo não gira em torno de uma só pessoa e quando eu posto alguma coisa, não estou me referindo sempre à mesma. Acho que está na hora de parar com as criancices.
Atenciosamente.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Someone Like You - Adele
Pra continuar o post anterior...
Alguém como você
Eu ouvi dizer que você está estabilizado
Que você encontrou uma garota e está casado agora
Eu ouvi dizer que os seus sonhos se realizaram
Acho que ela lhe deu coisas que eu não dei
Velho amigo, por que você está tão tímido?
Não é do seu feitio se refrear ou se esconder da luz
Eu odeio aparecer do nada sem ser convidada
Mas eu não pude ficar longe, não consegui evitar
Eu tinha esperança de que você veria meu rosto
E que você se lembraria
De que pra mim não acabou
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere, é
Você saberia como o tempo voa
Ontem foi o momento de nossas vidas
Nós nascemos e fomos criados numa neblina de verão
Unidos pela surpresa dos nossos dias de glória
Eu odeio aparecer do nada sem ser convidada
Mas eu não pude ficar longe, não consegui evitar
Eu esperava que você veria meu rosto
E que você se lembraria
De que pra mim não acabou
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Nada se compara, nenhuma preocupação ou cuidado
Arrependimentos e erros, são feitos de memórias
Quem poderia ter adivinhado o gosto amargo
Que isso teria?
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere, é
Alguém como você
Eu ouvi dizer que você está estabilizado
Que você encontrou uma garota e está casado agora
Eu ouvi dizer que os seus sonhos se realizaram
Acho que ela lhe deu coisas que eu não dei
Velho amigo, por que você está tão tímido?
Não é do seu feitio se refrear ou se esconder da luz
Eu odeio aparecer do nada sem ser convidada
Mas eu não pude ficar longe, não consegui evitar
Eu tinha esperança de que você veria meu rosto
E que você se lembraria
De que pra mim não acabou
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere, é
Você saberia como o tempo voa
Ontem foi o momento de nossas vidas
Nós nascemos e fomos criados numa neblina de verão
Unidos pela surpresa dos nossos dias de glória
Eu odeio aparecer do nada sem ser convidada
Mas eu não pude ficar longe, não consegui evitar
Eu esperava que você veria meu rosto
E que você se lembraria
De que pra mim não acabou
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Nada se compara, nenhuma preocupação ou cuidado
Arrependimentos e erros, são feitos de memórias
Quem poderia ter adivinhado o gosto amargo
Que isso teria?
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Não desejo nada além do melhor para vocês dois
Não se esqueça de mim, eu imploro
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"
Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere, é
Dos amores...
A madrugada é hora pra falar de amores. No meu caso, quase de manhã, mas ainda é válido.
Impossível deitar a cabeça no travesseiro e não lembrar de amores. Amores antigos, amores atuais, mas amores. E eu ainda faço isso. Faço e gosto.
A gente sempre gosta de lembrar dos melhores momentos: do beijo na festa, daquela transa inesperada. São friozinhos na barriga que, só de lembrar, conseguimos sentir. Parece que é só fechar os olhos e estamos lá novamente, lá naquele momento que a gente quer que volte, mas não volta. Infelizmente.
Me peguei ouvindo Adele. Ela compôs uma música que fala de um antigo amor dela que, depois de muito tempo sem conseguir esquecer, ela depara com ele casado e com filhos. O nome da música é Someone Like You e a parte mais tocante da música é quando ela diz - Eu lembro de você dizer: "Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere". Não consigo achar nada mais certo do que essa frase, mas eu acho que o amor fere quase o tempo inteiro. Ainda mais quando se ama alguém que já não é mais nosso.
O tempo, junto com alguns antidepressivos, sempre foi um bom remédio. Mas e essa mania de querer lembrar, depois de quase se matar querendo esquecer? De tudo, eu só tenho uma certeza: daqui a um bom tempo, eu vou ser presenteada com as respostas das minhas perguntas e uma boa máquina do tempo.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Voltando...
Difícil voltar e postar com toda a facilidade que eu tinha, já que eu não ando mais lendo os meus bons livros e o trabalho anda me consumindo.
Esse meio tempo foi complicado. Ficar só em casa trabalhando também cansa, sem falar nos 900 kg que eu engordei.
Tem gente que gosta de encher a boca pra falar que a vida dos outros é fácil. Ainda mais pra mim, que fico em casa o dia inteiro. Mas poucos sabem o que acontece aqui, as coisas que eu tenho que fazer e, até mesmo, as brigas que rolam por causa da cabeça vazia. Mas vou deixar pra postar isso mais além!
Bom, a finalidade do post é pra avisar que estou voltando.
Let's read again!
Esse meio tempo foi complicado. Ficar só em casa trabalhando também cansa, sem falar nos 900 kg que eu engordei.
Tem gente que gosta de encher a boca pra falar que a vida dos outros é fácil. Ainda mais pra mim, que fico em casa o dia inteiro. Mas poucos sabem o que acontece aqui, as coisas que eu tenho que fazer e, até mesmo, as brigas que rolam por causa da cabeça vazia. Mas vou deixar pra postar isso mais além!
Bom, a finalidade do post é pra avisar que estou voltando.
Let's read again!
sábado, 23 de julho de 2011
She is back to black...
É, as drogas venceram o teu talento.
Embora eu saiba que a escolha foi tua, a tristeza me domina por saber que tu nos deixou.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Martha fala...
"[...]a tacanhice é uma epidemia bem mais assustadora do que qualquer gripe. Porque não é temporária e tampouco tem cura. É o retrato do isolamento e da deseducação de uma geração que, ao ter teclado à disposição e o anonimato garantido, expõe toda a sua miséria intelectual e afetiva."
Por essas e por outras que eu te amo, Martha Medeiros. Tu sempre fala por mim ;)
Por essas e por outras que eu te amo, Martha Medeiros. Tu sempre fala por mim ;)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
...
Desta vez, Clarissa Corrêa é quem fala por "nós".
"[...]
Antes eu achava que todo mundo era meu amigo. Um dia, depois de muito sentir um gosto amargo e horrível na boca, descobri que muita gente queria me ferrar. Sim, as pessoas querem (e vão, me desculpa, mas vão) te ferrar. Tem amigo que não suporta te ver feliz. Tem conhecido que não aguenta ver o teu sucesso. Tem amigo que não gosta de ver que o teu relacionamento está dando certo. Tem parente que sente um ciúme trouxa. Tem gente que não sabe o que é gostar. Tem gente que não respeita nada. Acredito no seguinte: o olho das pessoas que gostam de você sempre vai brilhar quando alguma coisa boa te acontece. Se ele não brilha, meu amigo, "há algo errado no paraíso".
Educação a gente não compra. Não existe um personal educator. Boas maneiras a gente aprende com a vida (ou não). A elegância e o estilo a gente adquire com o tempo (ou não). Mas os limites (ah, os limites!) a gente que estabelece. Eu quero que você vá até aqui. Eu não quero que você passe desse ponto. E assim vamos vivendo (deixando bem claro pra todo mundo que não dá pra confundir as coisas)."
Clarissa Corrêa - trecho de "Confusões e confissões".
Pois é, Clarissa, pois é...
"[...]
Antes eu achava que todo mundo era meu amigo. Um dia, depois de muito sentir um gosto amargo e horrível na boca, descobri que muita gente queria me ferrar. Sim, as pessoas querem (e vão, me desculpa, mas vão) te ferrar. Tem amigo que não suporta te ver feliz. Tem conhecido que não aguenta ver o teu sucesso. Tem amigo que não gosta de ver que o teu relacionamento está dando certo. Tem parente que sente um ciúme trouxa. Tem gente que não sabe o que é gostar. Tem gente que não respeita nada. Acredito no seguinte: o olho das pessoas que gostam de você sempre vai brilhar quando alguma coisa boa te acontece. Se ele não brilha, meu amigo, "há algo errado no paraíso".
Educação a gente não compra. Não existe um personal educator. Boas maneiras a gente aprende com a vida (ou não). A elegância e o estilo a gente adquire com o tempo (ou não). Mas os limites (ah, os limites!) a gente que estabelece. Eu quero que você vá até aqui. Eu não quero que você passe desse ponto. E assim vamos vivendo (deixando bem claro pra todo mundo que não dá pra confundir as coisas)."
Clarissa Corrêa - trecho de "Confusões e confissões".
Pois é, Clarissa, pois é...
terça-feira, 31 de maio de 2011
Para que tu entendas...
A minha "conselheira" diz por mim.
EM CASO DE DESPRESSURIZAÇÃO
Martha Medeiros
Eu estava dentro de um avião, prestes a decolar, e pela milionésima vez na vida escutava a orientação da comissária: "Em caso de despressurização da cabine, máscaras cairão automaticamente à sua frente. Coloque primeiro a sua e só então auxilie quem estiver ao seu lado." E a imagem no monitor mostrava justamente isso, uma mãe colocando a máscara no filho pequeno, estando ela já com a dela.
É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma. Um instinto natural da fêmea que há em nós. Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica: como poderíamos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, despressurizadas?
Isso vem ao encontro de algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o mundo, comece por você.
Tem gente à beça fazendo discurso pela ordem e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensos a rosnar do que a aprender. Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranqüilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reivindicar o quê?
Quer uma cidade mais limpa, comece pelo seu quarto, seu banheiro e seu jardim.
Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa.
Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige.
E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria bastante pôr um sorriso nesse rosto, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo.
É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma. Um instinto natural da fêmea que há em nós. Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica: como poderíamos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, despressurizadas?
Isso vem ao encontro de algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o mundo, comece por você.
Tem gente à beça fazendo discurso pela ordem e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensos a rosnar do que a aprender. Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranqüilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reivindicar o quê?
Quer uma cidade mais limpa, comece pelo seu quarto, seu banheiro e seu jardim.
Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa.
Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige.
E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria bastante pôr um sorriso nesse rosto, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo.
Parece simplório, mas é apenas simples. Não sei se esse é o tal "segredo" que andou circulando pelos cinemas e sendo publicado em livro, mas o fato é que dar um jeito em si mesmo já é uma boa contribuição para salvar o mundo, essa missão heróica e tão bem intencionada.
Claro que não é preciso estar com a vida ganha para ser solidário. A experiência mostra que as pessoas que mais se sensibilizam com os dilemas alheios são aquelas que ainda têm muito a resolver na sua vida pessoal. Por outro lado, elas não praguejam, não gastam seu latim à toa: agem. A generosidade é seu oxigênio.
Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa quanto a parte ruim da nossa história, salvo fatalidades do destino e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário daqueles que apenas viram uns chatos. Portanto, fazer nossa parte é o mínimo que se espera.
Antes de falar mal da "Caras", pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Reduza o desperdício na sua casa.
Uma coisa está relacionada com a outra: você e o universo. Quer mesmo salvá-lo? Analise seu próprio comportamento. Não se sinta culpado por pensar em si próprio. Cuide do seu espírito, do seu humor. Arrume seu cotidiano. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.
Claro que não é preciso estar com a vida ganha para ser solidário. A experiência mostra que as pessoas que mais se sensibilizam com os dilemas alheios são aquelas que ainda têm muito a resolver na sua vida pessoal. Por outro lado, elas não praguejam, não gastam seu latim à toa: agem. A generosidade é seu oxigênio.
Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa quanto a parte ruim da nossa história, salvo fatalidades do destino e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário daqueles que apenas viram uns chatos. Portanto, fazer nossa parte é o mínimo que se espera.
Antes de falar mal da "Caras", pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Reduza o desperdício na sua casa.
Uma coisa está relacionada com a outra: você e o universo. Quer mesmo salvá-lo? Analise seu próprio comportamento. Não se sinta culpado por pensar em si próprio. Cuide do seu espírito, do seu humor. Arrume seu cotidiano. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.
Entendeu agora? Então faça assim.
Limite...
Na minha vida, a morte é o que me limita de fazer tudo o que eu ainda quero. O resto são pedras no caminho. E eu me dou o direito de chutar uma por uma...
Pense nisso!
Pense nisso!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
...
Eu fiz a minha vida e amo ela do jeitinho que ela é.
Fui atrás de conhecimento, li e reli livros, busquei várias maneiras de me encontrar e, enfim, consegui.
Hoje tento ser o orgulho daqueles que eu amo. Várias coisas ainda tenho preguiça de fazer, mas eu me permito sentir preguiça e sinto o que eu quiser sentir até o dia em que eu não mandar mais na minha vida.
Olho à minha volta: tenho tudo. Muitas coisas com a ajuda da minha família, muitas coisas que eu consegui com o meu suor. Mas sempre com a ajuda de Deus, primeiramente.
Deu certo. Eu consegui. Eu consegui me tornar uma mulher independente. Uma mulher independente com a família mais linda do mundo e os cachorros mais fofos do universo. Pode ser ridículo, mas é o meu mundo. O mundo que eu fiz e o que eu conquistei. O que é a mesma coisa.
Quantas milhares de vezes eu deitei a cabeça no travesseiro desejando poder ser cada dia melhor. Desejando poder dar orgulho para os meus avós antes deles partirem. E só eu sei o quanto de orgulho eu ainda quero dar.
Há quem olhe pra mim com aquele ar "sufocado", morrendo de vontade de dizer que não gosta de mim, que eu tenho cara de faz-nada. Não é novidade nenhuma pra mim. Isso já me machucou um dia, mas não machuca mais. Só entra nos meus ouvidos aquilo que eu realmente quero escutar e o que eu sei que é verdade. Se não for, pode ficar do lado de fora da porta, por favor.
Eu durmo muito. Amo dormir. Dormir me faz bem e não vou negar nunca. Mas, desde quando, dormir é sinal de total sedentarismo? As pessoas sabem a hora em que eu acordo, mas não sabem das noites em que eu não dormi para ser perfeita nos detalhes. Quando diz respeito à vida alheia, as pessoas vêem o que elas querem. Sem detalhes, sem retoques. Apenas do jeito que elas querem.
O meu resultado é o tudo. O meu tudo. São as quinze, trinta noites, que seja, sem dormir direito para poder ter o que eu quero, o que eu desejo. Poucas na visão de alguns, mas o bastante pra me ajudar a construir o meu cantinho, o meu lar.
A minha família, as minhas conquistas, o meu conhecimento é que mostra quem eu realmente sou.
A minha felicidade está diante daquilo que eu tenho e daquilo que eu ainda quero ter e não daquilo que já passou, que já não faz mais parte da minha vida. Eu quero ser sempre mais e olhar pra trás me atrasa.
Gostando ou não, eu sou feliz assim. E eu quero ser feliz desse jeito: com os meus detalhes, com os meus retoques. Com a tinta da cor que eu quiser...
Fui atrás de conhecimento, li e reli livros, busquei várias maneiras de me encontrar e, enfim, consegui.
Hoje tento ser o orgulho daqueles que eu amo. Várias coisas ainda tenho preguiça de fazer, mas eu me permito sentir preguiça e sinto o que eu quiser sentir até o dia em que eu não mandar mais na minha vida.
Olho à minha volta: tenho tudo. Muitas coisas com a ajuda da minha família, muitas coisas que eu consegui com o meu suor. Mas sempre com a ajuda de Deus, primeiramente.
Deu certo. Eu consegui. Eu consegui me tornar uma mulher independente. Uma mulher independente com a família mais linda do mundo e os cachorros mais fofos do universo. Pode ser ridículo, mas é o meu mundo. O mundo que eu fiz e o que eu conquistei. O que é a mesma coisa.
Quantas milhares de vezes eu deitei a cabeça no travesseiro desejando poder ser cada dia melhor. Desejando poder dar orgulho para os meus avós antes deles partirem. E só eu sei o quanto de orgulho eu ainda quero dar.
Há quem olhe pra mim com aquele ar "sufocado", morrendo de vontade de dizer que não gosta de mim, que eu tenho cara de faz-nada. Não é novidade nenhuma pra mim. Isso já me machucou um dia, mas não machuca mais. Só entra nos meus ouvidos aquilo que eu realmente quero escutar e o que eu sei que é verdade. Se não for, pode ficar do lado de fora da porta, por favor.
Eu durmo muito. Amo dormir. Dormir me faz bem e não vou negar nunca. Mas, desde quando, dormir é sinal de total sedentarismo? As pessoas sabem a hora em que eu acordo, mas não sabem das noites em que eu não dormi para ser perfeita nos detalhes. Quando diz respeito à vida alheia, as pessoas vêem o que elas querem. Sem detalhes, sem retoques. Apenas do jeito que elas querem.
O meu resultado é o tudo. O meu tudo. São as quinze, trinta noites, que seja, sem dormir direito para poder ter o que eu quero, o que eu desejo. Poucas na visão de alguns, mas o bastante pra me ajudar a construir o meu cantinho, o meu lar.
A minha família, as minhas conquistas, o meu conhecimento é que mostra quem eu realmente sou.
A minha felicidade está diante daquilo que eu tenho e daquilo que eu ainda quero ter e não daquilo que já passou, que já não faz mais parte da minha vida. Eu quero ser sempre mais e olhar pra trás me atrasa.
Gostando ou não, eu sou feliz assim. E eu quero ser feliz desse jeito: com os meus detalhes, com os meus retoques. Com a tinta da cor que eu quiser...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Waiting...
'I wait in the rain, I wait in the sun.
Please, relieve me from these pains
Oh pains, just pains.
I love you, yes I do.
But tell me do you really love me too.'
Bob Marley
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Saco cheio!
Minha vida é feita de diversão, abraços apertados e friozinhos na barriga. A mesmice me põe pra baixo e me faz questionar Deus umas 999 vezes, mesmo sabendo que Ele não tem culpa de nada.
Meu saco fica cheio de tanto esperar e, quando eu espero algo de alguém, ele quase estoura.
Melhor mesmo é beber. Depois de algumas garrafinhas, deito a cabeça no travesseiro e começo a ver cavalos brancos e um príncipe vindo me buscar.
Um sinalzinho de esperança depois de fechar os olhos me faz ficar bem. E como faz!
See ya in my dreams, honey!
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Revendo boas e antigas amizades!
O que falar, né? Uma hora tu faz altas farras com ela e depois tu vai lá visitar a família que ela formou. Acho engraçado! Acho lindo!
Pitão, tu fez um gatão! (te liga na rima!) Estou encantada com aqueles olhos azuis!
Enfim, fica aqui meu post de parabéns pela família linda que tu formou. Te desejo felicidades!
Beijos, gente bonita.
sábado, 21 de maio de 2011
Pedido...
Oi Deus.
Eu sei que eu não deveria pedir, sei também que eu tenho coisas que muitos não têm. Deveria estar pedindo paz no mundo ou algo do gênero, mas acho que isso não adianta: o mundo se perdeu. Mas, Deus, eu sei que o Senhor entende meu lado. Existe algo que eu quero muito, mas não quero falar aqui. Não posso. Não consigo. E o Senhor sabe o que é, pois lhe peço todos os dias, sem falhas.
Pai, se não é pra ser, por que perturba há tempos? Seria um sinal? Não vejo motivos para não ser, pois eu sei que é bom. Eu tento não lembrar, assim como já fiz de tudo para esquecer. Confesso que já ficou perdido no tempo, mas voltou.
Talvez isso não seja tudo o que eu penso. Talvez, depois de saciada essa vontade louca, eu veja que não era tudo o que eu pensava. Mas como eu faço pra saber? Já tentei mil e uma maneiras mal-sucedidas.
Espero que, no meio de tantas perguntas e pedidos, o Senhor arrume algum tempo pra me responder. Não tenho pressa, já esperei muito.
Mas, enquanto o Senhor não me responde, eu vou continuar pedindo com todas as forças que ainda me resta. Quem sabe, mais adiante, eu tenha uma resposta boa e veja que valeu muito a pena ter esperado.
Eu sei que eu não deveria pedir, sei também que eu tenho coisas que muitos não têm. Deveria estar pedindo paz no mundo ou algo do gênero, mas acho que isso não adianta: o mundo se perdeu. Mas, Deus, eu sei que o Senhor entende meu lado. Existe algo que eu quero muito, mas não quero falar aqui. Não posso. Não consigo. E o Senhor sabe o que é, pois lhe peço todos os dias, sem falhas.
Pai, se não é pra ser, por que perturba há tempos? Seria um sinal? Não vejo motivos para não ser, pois eu sei que é bom. Eu tento não lembrar, assim como já fiz de tudo para esquecer. Confesso que já ficou perdido no tempo, mas voltou.
Talvez isso não seja tudo o que eu penso. Talvez, depois de saciada essa vontade louca, eu veja que não era tudo o que eu pensava. Mas como eu faço pra saber? Já tentei mil e uma maneiras mal-sucedidas.
Espero que, no meio de tantas perguntas e pedidos, o Senhor arrume algum tempo pra me responder. Não tenho pressa, já esperei muito.
Mas, enquanto o Senhor não me responde, eu vou continuar pedindo com todas as forças que ainda me resta. Quem sabe, mais adiante, eu tenha uma resposta boa e veja que valeu muito a pena ter esperado.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Fotografando...
Amanhã é o último dia da BITS e não sei se isso é bom ou ruim, mas estou adorando a profissão fotógrafa.
Aprendi sobre velocidade e a abertura de diafragma. As fotos estão ficando cada vez mais lindas!
Vou dormir! Em breve voltarei a postar coisas decentes, mas é que ando sem tempo e com muito sonoo. Acordar cedo nunca foi uma tarefa muito fácil pra mim.
Amanhã entra as fotos com os meu créditos na Prefeitura de POA, pra quem quiser conferir.
Muitos beijos, gente bonita!
Até breve.
Aprendi sobre velocidade e a abertura de diafragma. As fotos estão ficando cada vez mais lindas!
Vou dormir! Em breve voltarei a postar coisas decentes, mas é que ando sem tempo e com muito sonoo. Acordar cedo nunca foi uma tarefa muito fácil pra mim.
Amanhã entra as fotos com os meu créditos na Prefeitura de POA, pra quem quiser conferir.
Muitos beijos, gente bonita!
Até breve.
terça-feira, 10 de maio de 2011
MãeS!
Quando alguém me pergunta se eu tenho tudo, eu respondo que tenho TUDO x2.
Acima está a prova de que eu nunca menti!
Um post atrasado para desejar tudo de melhor à esses seres abençoados que são chamados de mãe.
UM FELIZ DIA DAS MÃES À TODAS AS MÃES DESSE MUNDO.
Não existe amor maior!
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Ciumenta!!!
Pois é, essa semana eu fiz algo que eu não fazia há tempos: ataques de ciúmes. Não me julgo pela situação, mas me julgo pelo quão pequena eu me senti depois de colocar a cabeça e o ânimo no lugar. Ciúmes pra quê? Eu me pergunto isso logo no momento em que estou tão orgulhosa de mim mesma. Na realidade, eu não devia ter ciúmes nunca, pois hoje eu enxergo tudo o que eu fiz pra chegar onde eu cheguei.
Eu sempre fui de querer ir mais adiante naquilo que me interessa. A maioria das coisas que eu sei, eu aprendi sozinha. Escola, pra mim, era lugar de namorar, zuar e aprender a interpretar textos (coisa básica). Eis que estou aqui, graças à bendita tecnologia! Admito que sem o Google, eu não seria nada. ;)
Então, ciúmes pra quê? Repito. Fiquei algumas noites em claro fazendo o meu papel de designer e o resultado foi um mapa lindo, que foi mandado pra São Paulo pra ser impresso em aço. Eu me senti extremamente feliz, mas confesso que também senti medo. Mas se eu deixasse o meu medo de errar nos detalhes tomar conta, eu não teria terminado. Penso que o medo de perder quem a gente ama deve ser o mesmo.
Amanhã pego a minha câmera profissional. Ela é sonho de tempos e, pô, ela vai sair dos meus sonhos direto para as minhas mãos, graças à mim, ao meu trabalho e à quem me indicou. Meu portifólio tava quase vazio, mas fui com fé.
Eu não escrevo isso tudo pra me achar. Acho mesquinha e besta quem se acha. Mas onde eu quero chegar é que, todo o meu ciúmes foi inútil. Muita gente faz o que eu faço, mas cada um tem traços e detalhes únicos. Assim sou eu e essa é a moral de todas as relações: pode, sem dúvida, existir mulheres bonitas, atraentes e com traços marcantes, mas foram os teus traços que chamaram a atenção, foram detalhes únicos e teus que ficaram. Todas têm algo de diferente, mas o que tem em ti marcou e ficou na vida de quem te ama; na vida daquele em que tu e tuas marcas foram mais profundas.
Somos iguais à todas, mas únicas naquilo que temos de melhor.
Eu sempre fui de querer ir mais adiante naquilo que me interessa. A maioria das coisas que eu sei, eu aprendi sozinha. Escola, pra mim, era lugar de namorar, zuar e aprender a interpretar textos (coisa básica). Eis que estou aqui, graças à bendita tecnologia! Admito que sem o Google, eu não seria nada. ;)
Então, ciúmes pra quê? Repito. Fiquei algumas noites em claro fazendo o meu papel de designer e o resultado foi um mapa lindo, que foi mandado pra São Paulo pra ser impresso em aço. Eu me senti extremamente feliz, mas confesso que também senti medo. Mas se eu deixasse o meu medo de errar nos detalhes tomar conta, eu não teria terminado. Penso que o medo de perder quem a gente ama deve ser o mesmo.
Amanhã pego a minha câmera profissional. Ela é sonho de tempos e, pô, ela vai sair dos meus sonhos direto para as minhas mãos, graças à mim, ao meu trabalho e à quem me indicou. Meu portifólio tava quase vazio, mas fui com fé.
Eu não escrevo isso tudo pra me achar. Acho mesquinha e besta quem se acha. Mas onde eu quero chegar é que, todo o meu ciúmes foi inútil. Muita gente faz o que eu faço, mas cada um tem traços e detalhes únicos. Assim sou eu e essa é a moral de todas as relações: pode, sem dúvida, existir mulheres bonitas, atraentes e com traços marcantes, mas foram os teus traços que chamaram a atenção, foram detalhes únicos e teus que ficaram. Todas têm algo de diferente, mas o que tem em ti marcou e ficou na vida de quem te ama; na vida daquele em que tu e tuas marcas foram mais profundas.
Somos iguais à todas, mas únicas naquilo que temos de melhor.
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